Você já passou pela frustração de aplicar corretamente a anestesia e, mesmo assim, o paciente continuar sentindo dor? Se sim, saiba que você não está sozinho – e, mais importante ainda: o problema provavelmente não está em você.
O Desabafo de Muitos Dentistas
“Fiz o bloqueio certo, revisei toda a técnica, troquei o anestésico, infiltrei articaína, usei uma agulha diferente… e nada! O paciente ainda se queixa de dor. Será que o problema é comigo?”
Essa é uma dúvida recorrente entre cirurgiões-dentistas, especialmente em procedimentos que envolvem dor aguda e inflamação severa. A sensação de impotência pode ser desanimadora, mas há uma explicação clínica para isso – e, felizmente, também uma solução.
Por Que a Anestesia Falha em Casos de Dor Intensa?
Mesmo utilizando anestésicos eficazes como lidocaína ou articainá, em muitos casos a dor persiste. Isso ocorre porque a eficácia da anestesia vai além da substância utilizada ou da técnica de aplicação.
Quando o paciente apresenta um quadro inflamatório agudo, o pH do tecido está alterado, dificultando a ação do anestésico. Além disso, fatores como ansiedade elevada – tanto do paciente quanto do profissional – e ausência de um protocolo complementar comprometem diretamente o sucesso anestésico.
A Solução: Um Protocolo Anestésico Completo
A chave para resolver esse problema está na preparação prévia do organismo e no controle emocional do paciente – e de si.
1. Controle da Inflamação
O uso de anti-inflamatórios antes da sessão melhora consideravelmente a resposta do organismo à anestesia. As opções mais indicadas no aumento da eficácia anestésica são:
- Ibuprofeno
- Dexametasona
- Cetorolaco
Essa medicação pode ser administrada entre 30 a 60 minutos antes do atendimento.
2. Controle da Ansiedade
A resposta emocional do paciente tem impacto direto na percepção da dor. Um dentista calmo e confiante transmite segurança e reduz significativamente o nível de estresse do paciente. Isso contribui para um efeito anestésico mais eficiente e um tratamento mais tranquilo.
Claro, sabemos o quanto que ter que encaixar um paciente com pulpite em molar inferior em um curto período de tempo é adrenalina pura. No entanto, existe todo um preparo prévio que nós, profissionais, podemos fazer, afim de sermos nós a liderar a atmosfera de calma dentro do consultório.
Caso contrário, a chance de sermos sugados pelo furacão da ansiedade e nervosismo do paciente é praticamente certa.
O Impacto Dessa Abordagem na Sua Endodontia
A Endodontia que vai além da Odontologia. Técnica, teoria endodôntica, materiais e equipamentos… tudo isso importa! Mas para uma atuação mais assertiva e confiante, é preciso considerar o contexto. Do paciente e da gente mesmo.
Com um protocolo bem estruturado e que considera esse cenário mais amplo, é possível realizar tratamentos de canal em sessão única, sem dor e com muito mais previsibilidade.
Você reduz o tempo clínico, melhora a experiência do paciente e aumenta a produtividade no consultório.
Você, trabalhando menos horas, com mais qualidade e tendo maior retorno, sem ter que necessariamente mudar o valor do tratamento hoje. É uma mudança de abordagem que beneficia tanto o profissional quanto o paciente.
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